sexta-feira, 16 de novembro de 2012

SOS RENOVANDO VIDAS


SOS RENOVANDO VIDAS
Doações:
Banco do Brasil - Agência: 0080-9
CONTA CORRENTE: 67,169 - x


O presente projeto consiste na oferta de profissionais VOLUNTARIOS(AS) ,ASSISTIDOS(AS) seus FAMILIARES e ou CUIDADORES nas seguintes áreas :

  1. PSICOLOGIA,
Estudantes de psicologia da Universidade Católica de Petrópolis – UCP, supervisionados por profissionais fazem CONSULTORIA EMPRESARIAL – PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL / INDUSTRIAL :http://psi21organizacional.blogspot.com.br

1) O que para você é Psicologia Organizacional?
É uma prática que visa ampliar as condições de desempenho de profissionais, que atuem ou pretendam aturar nas organizações, percebendo as demandas atuais e promovendo mudanças.
2) Qual a importância de um psicólogo para uma organização?
É fundamental a prática dos psicólogos nas organizações e a aplicação da Psicologia para um reconhecimento estrutural e um diagnóstico de possíveis problemas, obtendo assim dados estratégicos e procedimentos de mudanças no ambiente empresarial.
3)O que o psicólogo faz na área organizacional dentro da empresa?
O psicólogo deve estar envolvido em um processo de desenvolvimento contínuo, em projetos que envolvam início, meio e fim, onde seja possível uma mensuração de resultados, além de um acompanhamento da gestão de conhecimento baseada em Conhecimento (Saber), Habilidade (Saber Fazer) e Atitude (Querer Fazer).
4) Quais são os métodos que você usa nos testes psicológicos que você aplica com os colaboradores?
Atualmente não uso testes na Empresa, mas o método utilizado está embasado sempre na ética com aqueles envolvidos na testagem.
5)Qual é a diferença da Psicologia Organizacional em relação a outras áreas da mesma?
Eu acredito que a Psicologia é única, voltada ao bem estar e as pessoas, a diferença simples está nas atividades desempenhadas no dia a dia, a Psicologia organizacional está mais voltada para o grupo de trabalho e de pessoas, a produtividade, e o desempenho no trabalho, por que se as pessoas não estão bem, seja com algum problema em casa, stress de trabalho, ou algo do gênero, não será produtivo para empresa, pois a pessoa vai produzir menos, e o bem estar do funcionário é o principal ponto onde o Psicólogo deve trabalhar, para que o colaborador esteja bem sempre no ambiente de trabalho.
6)A partir do momento que você entra em uma empresa, e faz o seu trabalho, demora quanto tempo para o resultado esperado? É o que o empresário espera? É o que o paciente ou colaborador espera? O que você acha que eles esperaram?
Acredito que todos esperam resultados, independente do processo que é realizado. Muitas vezes é demorado para que o resultado apareça, mas se o trabalho for bem feito, com certeza o resultado esperado deverá ocorrer.
7)Você saberia dizer por que normalmente nas empresas só trabalha um profissional de psicologia, sendo que as empresas têm muitos funcionários?
Na unidade em que trabalho atualmente, trabalha 3 profissionais de Psicologia, fora os estudantes, para aproximadamente 1000 colaboradores.
8)Qual o recado que você passa para os futuros Psicólogos que pretendem seguir a área Organizacional.
Somente para que estudem, se dediquem, pois a muito trabalho para que seja feito nesta área, e com certeza lugares garantidos para todo bom profissional.
  1. ARQUITETURA e URBANISMO,
Profissionais em :
ELETRICIDADE, HIDRÁULICA, PINTURA, JARDINAGEM, MARCENARIA,REFORMAS em GERAL;
  1. LIMPEZA e CONSERVAÇÃO DE PISCINAS;
  2. BABY SITER;
  3. COZINHEIRAS(OS);
  4.  AJUDANTE de COZINHA;
  5. COPEIRAS(OS);
  6. DIARISTAS;
  7. MOTORISTA;
  8. SEGURANÇA.

 

Grupo Assistencial SOS VIDA – “ VHIVendo com assistência e dignidade”
Rua Alberto Torres 78–Centro–Petrópolis –Rio de Janeiro–Brasil–CEP 25.610–060
Telefones – 55 .24 2244.9526 / 2245.0322 / 2249.2763
CNPJ: 02.712.343/0001-04 – U. P. Municipal: Resolução Nº 147 de 17 /06/1999 – U. P. Estadual – 1054/10 
CRP 05: PJ Nº 833 – Responsável Técnico: Psicólogo Antonio Carlos de Souza Pires CRP 05/36933
Antonio Carlos de Souza Pires – Secretário Geral REDLACVO+  
sócio fundador da Pastoral da AIDS - CNBB www.pastoralaids.org.br

domingo, 4 de novembro de 2012

MEU PAI, MINHA IRMÃ e MEU IRMÃO - SAUDADES ETERNAS - DIVERSOS MOMENTOS EM FAMÍLIA ...VIVA A VIDA

MEU PAI, MINHA IRMÃ e MEU IRMÃO - SAUDADES ETERNAS
ASTOLFO DUTRA - MG
ASTOLFO DUTRA - MG
ASTOLFO DUTRA - MG
ASTOLFO DUTRA - MG
PETROPOLIS - RJ
PETROPOLIS - RJ
PETROPOLIS - RJ
 ASTOLFO DUTRA - MG
 ASTOLFO DUTRA - MG
 ASTOLFO DUTRA - MG
 ASTOLFO DUTRA - MG
 ASTOLFO DUTRA - MG
 ASTOLFO DUTRA - MG
 ASTOLFO DUTRA - MG
 ASTOLFO DUTRA - MG
 MINHA MÃE, GENROS,BISNETOS - 2012
 MINHA MÃE, FILHOS(AS),BISNETOS(AS) - 2012
 MINHA MÃE, NETOS(AS) e BISNETOS(AS)
 ANO NOVO CASA DO MEU IRMÃO
 NATAL EM FAMILIA...TEMPOS ATRAS...
ALMOÇO EM FAMILIA
 CASAMENTO MEU FILHO
 CASAMENTO MEU FILHO
  CASAMENTO MEU FILHO
  CASAMENTO MEU FILHO
  CASAMENTO MEU FILHO
  CASAMENTO MEU FILHO
 CASAMENTO MEU FILHO

sábado, 3 de novembro de 2012

QUE TODOS SEJAM UM - DOM ANGELICO SÂNDALO BERNARDINO Bispo emérito de Blumenau e membro do Instituto Jesus Sacerdote



QUE TODOS SEJAM UM


DOM ANGELICO SÂNDALO BERNARDINO

O Concilio Ecumênico Vaticano II considerou a unidade dos cristãos como um de seus objetivos principais. Cristo fundou uma só Igreja.
Através dos séculos, por lamentáveis acontecimentos, essa unidade foi se quebrando. Divisões que se chocam abertamente contra a vontade de Cristo, sendo escândalo para o mundo e prejuízo ao anuncio do evangelho.
Para sanar essa chaga, surgiu o movimento ecumênico, que convida todos os cristãos ao respeitoso dialogo, a oração, a atividade em comum, visando a unidade querida por Jesus.
            É urgente lembrar que outras Igrejas cristãs conservam muitos elementos positivos que, em parte, são os mesmos que a Igreja católica possui.
O concilio, com o decreto Unitatis Redintegratio, sobre o ecumenismo, mostra nos querer católicos firmes na fé católica e abertos ao dialogo, acolhedores, sem fechamentos e jamais sectários. O ecumenismo não é mistura das Igrejas cristãs. É movimento inspirado pelo Espírito Santo que caminha lenta e humildemente, enfrentando muitas dificuldades.
            O concilio, na pratica ecumênica, recomenda-nos constantemente renovação da Igreja – Cristo nos chama a perene reforma, à conversão da mente e do coração; convoca-nos à oração comum entre as Igrejas – sendo exemplo muito positivo a semana de orações pela unidade dos cristãos; insiste no respeito mútuo, em projetos de aprofundamento bíblico, teológico e no campo social.
            No Brasil, o abençoado Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) abraça esses objetivos, sendo preciosa associação fraterna de Igrejas cristãs.

DOM ANGELICO SÂNDALO BERNARDINO
Bispo emérito de Blumenau e membro do Instituto Jesus Sacerdote






quarta-feira, 31 de outubro de 2012

CARTA DE REPÚDIO À PROPOSTA DE INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE ADULTOS PELA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO


Página principal do Conselho Regional de Psicologia

CARTA DE REPÚDIO À PROPOSTA DE  INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE ADULTOS PELA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

29 de outubro de 2012

CARTA DE REPÚDIO À PROPOSTA DE  INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE ADULTOS PELA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

Nós, entidades e movimentos sociais que integram a Frente Estadual de Drogas e Direitos Humanos do Rio de Janeiro (FEDDH), articulada com a Frente Nacional de Drogas e Direitos Humanos (FNDDH), viemos a público repudiar as últimas declarações do prefeito da cidade do Rio de Janeiro sobre a continuidade e expansão da política de internação compulsória, que agora, além das crianças e adolescentes em situação de rua, deverá incluir adultos. Defendemos uma política inclusiva, humanizada, não discriminatória e que garanta o direito à saúde, à liberdade, à integridade e à dignidade das pessoas em situação de rua, em uso de drogas ou não, em oposição às medidas da atual administração municipal de defesa da ordem pública travestidas por um discurso de proteção ao direito à saúde e à vida dos usuários de drogas. Somos contrários às operações de recolhimento e à utilização abusiva e indiscriminada das internações compulsórias que, ademais de tratar essas pessoas de forma massificada e expô-las a toda forma de abuso, negligência, maus tratos e violência, consomem os recursos públicos que deveriam estar sendo utilizados para financiar os serviços abertos, inclusivos, de base comunitária, investir nos recursos humanos adequados para tanto e viabilizar a construção de projetos terapêuticos individualizados que promovam a autonomia, a cidadania e a inclusão social. Alinhados aos princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, repudiamos as medidas baseadas na ampliação de leitos psiquiátricos em instituições asilares ou fechadas, estigmatização, privação de liberdade e institucionalização e exigimos o cumprimento do disposto no Artigo 4º da Lei 10.216/2001 que estabelece que "A internação, em qualquer de suas modalidades, só será indicada quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes". Atualmente, a cidade do Rio de Janeiro possui um CAPSad (Centros de Atenção Psicossocial para usuários de álcool e outras drogas) para cada um milhão e 200 mil habitantes. Para que se tenha uma ideia, no município de Recife essa proporção é de um CAPSad para cada 250 mil habitantes. Entendemos que o redirecionamento de recursos para o financiamento de internações compulsórias, além de atingir o direito dessas pessoas a receber atenção integral em serviços orientados à reinserção social, contraria as diretrizes preconizadas nas políticas nacionais de saúde mental, assistência social e combate à tortura e fere os compromissos assumidos pelo Brasil na prevenção, promoção e proteção da saúde mental e dos direitos humanos. Como entidades e movimentos sociais com atuação nos campos da infância e adolescência, saúde, assistência social, cultura, educação, esporte, luta antimanicomial, movimento negro, população em situação de rua, egressos penais e nos conselhos profissionais e universidades, defendemos a necessária ampliação e fortalecimento da rede pública de políticas sociais, em conformidade com o aparato legal e institucional regulamentados pelos Conselhos Nacionais e Ministérios da Saúde, Desenvolvimento Social e Combate a Fome e demais instâncias existentes.
Exigimos:
  • A ampliação e o fortalecimento da rede de atenção psicossocial, com a abertura de mais CAPS, CAPSad, CAPSi, principalmente na modalidade III (24 horas) e outros serviços da rede que possam prover cuidados de urgência, emergência, atenção hospitalar, Residências  Terapêuticas, Centros de Convivência e Unidades de Acolhimento Infanto-Juvenil e de Adultos; 
  • O incremento das equipes da Estratégia de Saúde da Família e dos Consultórios na Rua, bem como dos NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família), como estratégia prioritária no trabalho com os usuários de drogas, diretamente nos seus territórios;
  • A ampliação da rede de serviços da assistência social, em cumprimento à Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais instituída na Resolução 109 do CNAS, como, por exemplo, os CREAS (Centros de Referência Especializados da Assistência Social) e o CENTRO POP.
  • Garantia de financiamento de políticas públicas nas áreas de cultura, educação, esporte e lazer com a criação de projetos e programas que tratem a questão de forma transversal em parceria com escolas, universidades, Pontos de Cultura, Segundo Tempo, entre outros.
Da mesma forma, exigimos que, na atenção e no desenvolvimento de ações pelo poder público junto à população de rua identificada como usuária de crack e outras drogas, haja consonância com os princípios da atenção integral e da intersetorialidade das diferentes políticas (educação, trabalho, habitação, esporte e lazer, cultura, saúde, assistência social, dentre outras), garantindo o acesso da população aos diferentes direitos. As políticas públicas voltadas a esta parcela da população devem respeitar a dignidade e a garantia dos direitos humanos, não sendo pautadas na repressão e na segregação.   Existem alternativas concretas para o atendimento humanizado e pautado na garantia de direitos da população. A Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos cobra das autoridades públicas a abertura de espaços de diálogo e interlocução com os diferentes atores sociais, procedimento apropriado no Estado Democrático de Direito.
  • Rio de Janeiro, 24 de outubro de 2012.
  • Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos – Rio de Janeiro: ABL
    ABGLT
    Coletivo de Mulheres Feministas
    ABRASME
    Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População de Rua e de catadores de material reciclável - CNDDH/RJ
    CRESS/RJ-Conselho Regional de Serviço Social
    CRP/RJ-Conselho Regional de Psicologia
    Grupo Tortura Nunca Mais/RJ
    Justiça Global
    Movimento D'ELLAS
    Movimento Nacional de População de Rua-MNPR
    NEPS/Faculdade de Serviço Social/UERJ
    Núcleo Estadual do Movimento da Luta Antimanicomial
    Projeto Tranversões-ESS/UFRJ
    Rede Rio Criança
     Assinam também: Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da ALERJConselho Federal de Psicologia - CFP Conselho Federal de Serviço Social – CFESS KOINONIA Maria Helena Zamora – Professora do Instituto de Psicologia da PUC/RJ